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Show encerra Ralicross de Castelo Branco

Dom, 31 de Maio de 2015

Um belo sol a convidar para um dia bem passado nas corridas, foi a ajuda de São Pedro para o programa que a Escuderia de Castelo Branco preparou, no Complexo de Desportos Motorizados de Castelo Branco.

E se estava tudo montado para que corresse bem e a promessa de boas corridas se mantivesse no ar, os pilotos cumpriram e colocaram o muito público a aplaudir.

Destaque para a Super Iniciação 1400 - Troféu Ernesto Gonçalves, em que os mais jovens se bateram como homens de barba rija e deram um verdadeiro show de condução e, sobretudo, de desportivismo na pista do Lanço Grande.

Finais

Kartcross

Impressionante a forma como todos chegam à primeira curva e todos saem incólumes. Juan Vega (Speed Xtreem) chega à frente, Nuno Bastos (ASK EVO 2011) é uma espécie de sombra e pouco depois já está a fazer sombra ao piloto espanhol.

Pedro Rosário (Semog Bravo ER), vem de trás e vai furando até ser terceiro e inconformado com a posição, pressiona. Pouco depois já está a perseguir o primeiro lugar, que ainda é posse de Nuno Bastos.

Vega cede mais um lugar. Desta vez é Luís Oliveira (Semog 600) que após tentar ser terceiro, por duas vezes, faz jus ao ditado: “à terceira é de vez”. Apesar de ter o pódio à vista não tem um segundo de descanso, com o Juan Vega a tentar recuperar o lugar que foi seu e a andar colado, a meio segundo.

Ligeiramente mais atrás aparecia Jorge Francisco (Semog Bravo), que tinha em José Mota (Semog Bravo) um adversário que não dava descanso.

Nuno Bastos segue para a vitória, Pedro Rosário é segundo e Luís Oliveira ocupa a posição que restava do pódio. 

Super Cars e Super Nacional 4WD

Dany Moreau (Renault Clio) partiu na frente, José Cruz (Peugeot 306) partiu de último, fruto dos problemas sentidos nas duas corridas anteriores, e furou por entre a concorrência, até chegar a segundo. Carlos Fernandes (Toyota Celica) e Daniel Costa (Citroen Saxo Bimotor) discutem o terceiro posto e a liderança na Super Nacional 4 WD.

O Peugeot de José Cruz parece falhar um pouco nos regimes mais baixos, mas isso não o impede de "lançar uma OPA" ao primeiro lugar, objectivo que atinge e mantém até ao final da corrida. 

Super 1600

Que grande início de corrida! Tudo começa com Bruno Gonçalves (Citroen Saxo Kit-car) a avançar ligeiramente na partida, trava para não queimar a luz verde e atrasa-se ligeiramente no arranque. Pedro Almeida (Peugeot 206 S1600) é que não está com meias medidas e assegura a liderança com esforço e um toque com Bruno Gonçalves na curva um. Um incidente natural de corrida, com dois concorrentes a entrarem a par e o de fora a levar a pior.

Hélder Ribeiro (Citroen C2) e Pedro Ribeiro (Peugeot 206) andam por perto, muito por perto, com cada centímetro de pista a ser disputado como se fosse o último refrigerante do deserto.

Pedro Almeida, alheio a pressões, preocupa-se em andar para a frente e ganha vantagem sobre os adversários, que andam a trocar de posições, num “ora agora passo eu, ora agora passas tu”, que coloca  a assistência ao rubro.

Bruno Gonçalves acaba por levar a melhor, sobre Gerardo Polido (Ford Fiesta), que enquanto andavam todos a discutir, foi passando um a um e acabou no seguindo lugar do pódio, à frente do piloto galego. 

Pedro Ribeiro e Hélder Ribeiro seguiram, respectivamente, o espanhol na classificação final.

Super Nacional 

João Oliveira (Peugeot 206) colocou-se cedo na frente da corrida, algo do tipo “candeia que vai à frente…” e dessa forma conseguiu ir dilatando uma vantagem, enquanto os outros discutiam o segundo posto.

Por “os outros”, entenda-se Tiago Martins (VW Golf) e Tiago Seguro (Peugeot 306). Com o decorrer da prova as posições mantêm-se e os concorrentes separam-se rodando sem grandes pressões.

José Fábrica (Peugeot 205 GTi) roda em quarto e pelo meio ainda perde a posição para Bruno Ferreira (Honda Civic). Pouco depois é o Peugeot de Fábrica que passa no quarto posto  aí termina.

A última história da corrida é quase uma repetição de algo que já vimos: Rui Cardoso (Reanult Clio) ultrapassa Magda Oliveira (Toyota Yaris) e a classificação fica encerrada.   

Super Iniciação 1400 

Leandro Macedo (VW Polo) parece ser um especialista de finais. Arrancou melhor, do lado esquerdo da pista, mas com Santinho Mendes a furar entre a concorrência, um toque com José Eduardo Rodrigues na primeira curva, mas o piloto do Toyota a aguentar, se bem que ficando um pouco mais para trás.

Mendes, que de Santinho só tem o nome, imprime um ritmo diabólico  que lhe permite manter-se na frente, mas com um grande esforço. Entretanto chega a vez de Francisco Silva mostrar que também conta para a classificação, vai para primeiro, com uma luta titânica pelo meio.

Joker laps a trocarem as voltas a todos e o público (muito) a vibrar com uma das melhores corridas do fim-de-semana.

De repente é Eduardo Rodrigues que aparece no segundo posto. A meta está à vista e estão todos colados, qualquer um pode ganhar. Definitivamente esta não é uma corrida para meninos, embora os pilotos sejam todos menores de idade.

A final só se decide sobre a meta e é… José Eduardo Rodrigues quem ganha por três décimas (!) de vantagem sobre Francisco Silva, um verdadeiro demónio que bateu Santinho por menos de duas décimas de segundo. Leandro Macedo foi quarto, mas a diferença de meio segundo para o terceiro, deixa-o certamente com um certo sabor a pódio. Que grande corrida! 

Super Buggys

Ludgero Santos (Toniauto TNTT) voltou a arrancar melhor que todos os outros e a dominar a final dos Super Buggys. Luís Santos (Toniauto TNTT) rapidamente assumiu a segunda posição, até seguir para a Joker Lap, quando foi substituído por António Santos (Toniauto TNTT).

O clã santos domina a prova, “açambarca” o pódio e segue sem mais percalços. O mesmo não aconteceu a Manuel Guerreiro, pois o Atmos Strong fica pelo caminho na segunda volta.

Em aberto está a questão do quarto posto, que termina nas mãos de Paulo Cardeira (Atmos Strong), seguido de Alexandre Tomás (Atmos) e Arménio Rodrigues (Atmos Strong).

Corrida 3

Kartcross

Mais uma corrida espectacular, com Juan Vega (Speed Xtreem) a valer-se da pole-position para se colocar na frente e escapar à natural “confusão” da primeira curva.

Jorge Francisco (Semog Bravo) não dá tréguas ao piloto espanhol e Nuno Bastos (ASK EVO 2011) anda por perto. Pedro Rosário (Semog Bravo) fura desde lá de trás e rapidamente está sobre Nuno Bastos, que entretanto já tinha ultrapassado Jorge Francisco.

 

Super Cars

José Cruz (Peugeot 306) partiu da última posição, depois do mau resultado na corrida anterior e cá de trás viu Dany Moreau (Renault Clio) a ir para a frente.

A oposição, era protagonizada por Carlos Fernandes (Toyota Celica GT4), que era também o líder da Super Nacional 4WD, à frente de Daniel Costa (Citroen Saxo Bimotor).

José Cruz, sempre em último, a braços com um carro que se recusava a andar, desistiu à segunda volta e foi para a box, talvez na esperança de conseguir resolver os problemas sentidos e ainda fazer um bom resultado na final que se avizinha.   

Super 1600

Mais uma corrida com sabor a final e discussão q.b. até ao baixar da bandeira xadrês. Bruno Gonçalves (Citroen Sxo Kit-car) até começou bem e levou a melhor sobre Pedro Almeida (Peugeot 206 S1600). Hélder Ribeiro (Citroen C2) roda colado e opta por seguir para a Joker Lap.  Pedro Ribeiro (Peugeot 206) passa pelo terceiro posto, mas logo de seguida perde de novo para Hélder Ribeiro.

Entretanto já Pedro Almeida tinha passado Bruno Gonçalves, que ”não tira o pé” e segue a pressionar até ao fim.

Super Nacional

Serie A: João Oliveira (Peugeot 206) faz um bom arranque e tem meio caminho andado para ser primeiro. Com duas voltas corridas e já tem quatro segundos de vantagem sobre Bernardo Maia (Citroen AX GTi). Rui Cardoso (Renault Clio) cumpre as voltas que o levariam até ao terceiro lugar do pódio, não fosse o facto de Bruno Ferreira (Honda Civic) o passar na última volta. 

Serie B: de bastante mais disputada que a precedente. Tiago Seguro (Peugeot 306) arranca na frente, mas logo de seguida já tido sido batido por Tiago Martins (VW Golf). José Fábrica (Peugeot 205) anda por perto.

Na segunda metade Martins descola dos adversários e passam a rolar separados. Nem mesmo as visitas ao lado mais lento da pista, a tal Joker Lap que todos têm que cumprir uma vez, serve para baralhar a classificação. Magda Oliveira (Toyota Yaris) termina no quarto lugar.

Super Iniciação 1400 

Santinho Mendes (Peugeot 205) parece estar apostado em apagar da memória a corrida anterior. Partiu como uma bala, desde vez após aparecer a luz verde e colocou-se na frente. José Eduardo Rodrigues (Toyota Starlet) é uma espécie de sombra e Leandro Macedo (VW Polo) não perde nada para os da frente.

O Citroen AX GTi de Francisco Silva é que parece não colaborar e roda bem mais devagar do que todos os outros. As Joker Laps voltaram a baralhar tudo e José Eduardo Rodrigues bate a concorrência, já quase na chegada. Leandro Macedo sobe a segundo e Mendes corta em terceiro.

Super Buggys

Ludgero Santos (Toniauto TNTT) soma e segue nos Super Buggys. Domina a terceira corrida desde o arranque e mais uma vez a oposição vem de António Santos (Toniauto TNTT)m que trás Luís Santos (Toniauto TNTT) completamente colado, a duas décimas.

Manuel Guerreiro (Atmos Strong) desiste com problemas mecânicos e o clã Santos segue para o pódio.

Corrida 2

Kartcross

Juan Veja (Speed Xtreem) chega à frente à Curva Um. Logo a seguir há mais 12 kartcross que curvam mais ou menos ao mesmo tempo, mas passam quase todos. “Quase” porque dois atrasam-se com um toque.

Os espanhóis estão em alta nesta corrida e a oposição a Juan Veja é protagonizada Alfonso Gonzales (Semog Bravo). Corrida discutida ao décimo, com Luís Oliveira (Semog 600) a atacar o segundo e cruzar a meta na terceira posição, faltando-lhe três décimas para ficar um pouco mais à frente.

Super Cars

Chapa amolgada q.b. num início de corrida atribulado. Sérgio Ventura (BMW 4X4) arranca bem, mas cruza para o lado esquerdo da pista e não consegue evitar o toque em José Cruz (Peugeot 306). A manobra corre-lhe mal, segue-se o toque de frente nos rails, muitos piões a história acaba aqui para o BMW.

José Cruz segue, mas logo de seguida faz um pião. O Peugeot estava completamente desalinhado e a corrida termina também para Cruz.

Dany Moreau (Renault Clio) passa a ser um líder descansado, pois Carlos Fernandes (Toyota Celica) é segundo e não parece ter hipóteses de se chegar mais à frente. Daniel Costa (Citroen Saxo Bimotor) é o terceiro classificado.  

Super 1600

Corrida com Helder Ribeiro (Citroen C2) e Pedro Almeida (Peugeot 206) a rodarem colados. O homem do Peugeot opta por seguir para a Joker Lap e essa estratégia deu frutos no futuro.

Bruno Gonçalves segue na frente, Pedro Almeida aproxima-se dos dois da frente. Com a entrada nas Joker Lap dos restantes, tudo se complica para o primeiro e segundo e simplifica para Pedro Almeida, que ganha a prova. Corrida imprópria para cardíacos, como habitualmente nos Super 1600, com Pedro Ribeiro (Peugeot 206) a vir lá de trás e ainda chegar a até terceiro, depois de Hélder Ribeiro ficar pela quarta volta, com problemas mecânicos no C2.

Super Nacional

Serie A: João Oliveira (Peugeot 206) arrancou na frente, mas sem poder descansar, pelo menos na volta inicial. Tiago Martins (VW GOlf) andava a menos de meio segundo, mas isto seria “sol de Pouca dura”. O motor do Golf começava a falhar e o líder distanciava-se. José Fábrica (Peugeot 205) ia-se aproximando.

Lá para trás, Magda Oliveira (Toyota Yaris) era ultrapassada por Rui Cardoso, que subia ao quarto lugar. Entretanto José Fábrica passa para a segunda posição, por troca com Tiago Martins, já quase  com a meta à vista. 

Serie B: Tiago Seguro (Peugeot 306) arrancou melhor do que os outros e foi ficando na frente da prova, sem grandes sobressaltos. Bernardo Maia (Citroen AX GTi) era segundo e Bruno Ferreira mais parecia estar a cumprir calendário, pois de novo era visível que nem tudo estava perfeito no Honda Civic. Com o aproximar do fim da corrida o interesse cresce e aquilo que parecia um dado adquirido, passa a ser pressão da forte, por parte do homem do AX, que terminou completamente colado à traseira do Peugeot.

Super Iniciação 1400 

Santinho Mendes (Peugeot 205) arrancou como um tiro. Foi para a frente da corrida, mas Francisco Silva (Citroen AX GTi) estava muito perto e pouco depois optou por seguir para a Joker Lap. Mendes, pouco depois fazia o mesmo e Leandro Macedo (VW Polo) era líder, até também ele ter que optar pela Joker Lap e então sim, a classificação ficar regularizada.

Santinho Mendes regressa à primeira posição e Francisco Silva é segundo, mas só enquanto a mecânica do AX lhe permite. Leandro Macedo, defende-se dos ataques de José Eduardo Rodrigues, mas mesmo assim termina em segundo, com Rodrigues logo a atrás.

No final, Santinho Mendes foi penalizado em 30 segundos, por falsa partida. Recebeu uma advertência para fazer uma segunda Joker Lap, mas não terá visto a bandeira e perdeu a corrida, com os 30 segundos a mais. Leandro Macedo passa a ser o vencedor da segunda corrida.

Super Buggys

Ludgero Santos (Toniauto TNTT) escolheu a posição central para a arrancar, pois podia fazê-lo depois de vencer a corrida anterior e viu-se que a escolha foi acertada. Partiu na frente e por lá foi ficando.

Do lado diametralmente oposto, no que a sorte diz respeito, esteve Alexandre Tomás, que viu o motor do Atmos calar-se na primeira curva e aí terminava a prova.

Luís Santos (Toniauto TNTT) foi segundo no arranque e aí cumpriu a corrida, com António Santos (Toniauto TNTT) sempre a pressionar. 

 

Corrida 1

Super 1600

Pedro Almeida foi quem partiu melhor para a primeira corrida. Arrancou bem da terceira posição e chegou à frente à primeira curva. Menos bem esteve Bruno Gonçalves, que ficou por fora na Curva Um e de uma assentada viu-se no quarto posto.

O homem do Citroen Saxo não desanima e rapidamente está colado à traseira do C2 de Hélder Ribeiro. Discute-se a segunda posição, e Ribeiro leva a melhor. Lá na frente Anda Pedro Almeida, a ganhar tempo, sem se incomodar com discussões.

Hugo Lopes finalmente alinhou, depois de ter resolvido os problemas de caixa.

Super Cars

José Cruz (Peugeot 306) partiu por dentro e teve que se esforçar para não deixar de ser primeiro no fim da recta da meta. Dany Moreau (Renault Clio) teve que se defender, dos fortes ataques que Sérgio Ventura (BMW 4X4) lhe lançava, com um ou outro toque à mistura.

O francês do Renault Clio não terminava a segunda volta, Daniel Costa (Citroen Saxo Bimotor) herdava o terceiro posto. Com um final de corrida descansado.

Kartcross

Foi uma partida atribulada, com  a Curva Um a ficar “entupida” por uma amálgama de Kartcross. Quem levou a melhor, foram Nuno  Bastos (ASK EVO 2011) e Pedro Rosário (Semog Bravo), que deixaram a confusão para trás e ficaram a discutis a primeira posição.

O terceiro posto é posse de Jorge Francisco (Semog Bravo), que tem em José Luís Pereira (AG 600 Honda)  um adversário duro de roer. Rodam frente com traseira durante a maior parte da corrida. As posições seguintes são igualmente discutidas dois a dois e de acordo com a rapidez com que se “desenvencilharam” da molhada da Curva Um.

Com a meta quase à vista, meio pião coloca Pedro Rosário fora da luta. O Semog fica virado de frente para o rail e foi impossível retomar o andamento. A classificação fica fechada com   Nuno Bastos em primeiro, seguido de Jorge Francisco e José Luís Pereira.