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Francisco Abreu e Armando Parante vencem a primeira corrida do CNV no Algarve

Sáb, 5 de Setembro de 2015

Pedro Salvador (Norma M20FC) partia da pole-position, mas rapidamente Francisco Abreu (Tattus PY012) assumia a liderança da prova. Diferenças mínimas inferiores a um segundo separavam o homem da Nova Driver, do da Speedy Motorsport.

José Pedro Faria (Wolf GB08) rodava um pouco mais atrás, a cerca de dois segundos e era terceiro sem sofrer grandes pressões, tanto mais que o grupo da frente ficava amputado em um sério concorrente, quando o motor do Tattus PY012 de Miguel Barbosa e Ivo Nogueira se recusava a pegar.

Eugénio Montês (Lamborghini Huracan ST) subia à quarta posição da geral, era o primeiro GT e sofria a pressão que o líder dos C3, Paulo Sá Silva (Radical SR3) lhe impunha.

Francisco Mora (Seat Leon Cup Racer) rodava calmamente, com certeza a pedir mais concorrência nos TCR…

A atenção centra-se na frente da corrida. Com 15 minutos de prova a diferença entre os dois primeiros é duas décimas de segundo. Francisco Abreu recebe uma bandeira preta e branca por não respeitar os limites de pista, a mesma advertência que Faria e Montês já haviam recebido.

Com cerca de 20 minutos de prova, Pedro Salvador é obrigado a seguir para as boxes. Algo não está bem com o sistema eléctrico do Norma e fica parado para trocar os cachimbos das velas.

Regressa à pista, mas pouco depois rumava de novo para a box.

Pouca sorte também para Eugénio Montês. O Lamborghini saiu de pista na entrada da curva cinco, devido a um problema de suspensão e isso motivava a entrada do safty-car.

Retomada a prova e Francisco Abreu está frente, José Pedro Faria é segundo, muito perto, a uma décima de Abreu.

Entretanto começam as trocas de pilotos, agora que o safty-car saiu.

Com as trocas, Armando Parente recebe os comandos do Tattus, das mãos de Abreu e vai para a pista na frente da corrida.

Miguel Lobo roda na segunda posição, metendo-se numa luta que não é sua. Pouco depois Miguel Cristóvão aparece para repor a ordem natural das coisas e passa para a segunda posição, por troca com o líder dos C3, que se a corrida terminasse nesta altura ia ao pódium.

Francisco Mora faz a sua corrida com o TCR e tem lá mais para trás o Norma de Rafael Lobato, que entretanto tinha regressado à prova e rodava com oito voltas de atraso, certamente para testar as soluções encontradas na ida à box.

A bandeira xadrez é mostrada em primeiro ao Tattus de Francisco Abreu  e Armando Parente, que vencem com mais de um minuto de vantagem sobre José Pedro Faria e Miguel Cristóvão, no Wolf.

Paulo Sá Silva e Miguel Lobo são os terceiros classificados e levam o Radical até ao terceiro posto da geral, vencendo o grupo C3 e sendo já os virtuais vencedores do campeoanto, nesta categoria.

Francisco Mora, que participou sozinho, é quarto da geral com o Seat Leon TCR, à frente de Pedro Salvador e Rafael Lobato e dos irmãos Eugénio e Sérgio Montês, que apesar da desistência serôdia, ainda venceram os GT´s, com o Lamborghini Huracan.

A próxima corrida é já amanhã, às 15.35 horas.